Em um 16 de outubro qualquer, um homem encontrou um tesouro, mas, por coisas da vida, só pode usufruir dele dois anos mais tarde.
Quando o fez, não sabia que poderia ser tão feliz como foi, nele nasceram os mais belos sentimentos. Porém, do tesouro ele não cuidou como deveria, foi um tanto quanto desleixado, esquecendo que era do achado que saíam todos aqueles sentimentos.
Em menos de um ano, nove meses para ser exato (tempo de uma gestação), nasceu um novo homem. Que teve as maiores felicidades da vida, sentia de verdade os sentimentos que acabara de descobrir, foi feliz.
Mas, ao final, a gestação não trouxe um fruto muito doce, ao contrário, azedo, amargo, triste, infeliz. Pois o que havia lhe mostrado o caminho das flores, agora o fez provar do gosto do limbo.
Ainda assim o sentimento se manteve dentro de seu coração, aprendeu isso também, guardar as coisas boas, na espera de que sejam despertados esses sentimentos de novo.
Hoje ele tenta ser feliz como pode, mas desde que descobriu a existência deste tesouro e ele não está mais ao seu lado, as flores parecem ter perdido as cores, não vê mais brilho, nem fica em silêncio, pois a todo instante (parecem acompanhar as batidas do coração) o tesouro ecoa, trazendo lembranças de cores, luzes, músicas... são só lembranças, maravilhosas, mas lembranças.
Vive a espera de seu tesouro, do Amor, vive a esperar por ela.
Agradece todos os dias, mesmo estando longe, por ensina-lo sobre a vida, as coisas boas da vida. O amor o fez uma pessoa melhor, o que, infelizmente, não conseguiu provar a ela em tempo. Espera que ela seja sempre a mesma que conheceu e que, graças a Deus, não permitiu que ele a mudasse, continuou a mesma, bela e maravilhosa.
Ele ainda a ama, não sabe quando isso vai mudar e se vai, mas sabe que se ela quiser vê-lo e ou o falar, ele sempre estará pronto, cheio de amor, como ela o deixou.
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