O tempo é um professor muito cruel. Sempre é ele que tem a razão e nem por isso ele alivia nas lições.
Completando três décadas agora há pouco, agora começo a entender coisas de lá de quando estava na escola. Aproveitei bastante, pra época, hoje, penso que poderia ter aproveitado muito mais. Nem entro no mérito de errar menos, só no de conseguir aproveitar mais, tirar o máximo de proveito de cada momento.
Fico a pensar sobre tantas coisas que poderia ter vivido com muito mais intensidade, mas o professor só deixa perceber isso, depois do recreio.
E o "prô" ainda enche minha cabeça de idéias, que hoje já entendo como sonho, mas o "profe" explica tanto, que quando quero começar a realizar, já passou a hora e, se não presto atenção, não realizo nenhum tema!
Depois o carrasco vem e cobra ainda assim. A culpa nem foi minha!?
Se cabe deixar conselho, viva, mas viva de verdade cada momento da vida, o professor é duro, tem sempre a razão, mas ele tem uma sensibilidade incrível, sabe como ninguém dar prazer e alegria, quando agimos dentro de suas orientações.
Em resumo, duas frases me vem à cabeça, que, bem interpretadas, se complementam:
"O tempo não passa, morre!"
"Carpe diem" (aproveite o momento)

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