Fico pensando aqui, que deveria ser raciocínio lógico (embora não entenda muito disso, nem de resolver, muito menos de criar), mas segue na ideia aí.
A "sociedade" é composta por pessoas. Eu sou uma pessoa, logo, sou parte da sociedade.
A sociedade, assim como eu, pensa que é mais importante "Ser" do que "ter".
Mas como pode, pegando um exemplo, um advogado, devidamente credenciado, aprovado na OAB, que concluiu uma faculdade, não poder realizar uma audiência de abrigo?
A mesma pessoa pode realizar a mesma audiência de terno. É mais importante Ter ou Ser?
Quando a pergunta é:
- Quem é você?
A resposta quase sempre vem da pessoa falando de sua profissão e formação. Sim, isso faz parte de quem se é, mas não somos só isso!
Acredito que, em entrevistas de emprego, essa pergunta não deveria ser feita. Há muito não sei o que é entrevista de emprego, mas hoje, se fosse fazer, responderia essa pergunta com uma resposta beeemm extensa.
- Sou uma pessoa otimista, quase sempre de bom humor, embora, as vezes, fique num péssimo humor. Acredito no amor, apesar de sofrer muito por ele. Gosto de viver a vida intensamente. Adoro meus amigos e gosto de que eles saibam disso. Pra mim o trabalho deve ser feito de duas formas: ou porque se precisa do dinheiro e para isso ele precisa ser bem feito; ou porque ama o que faz, aí ele também precisa ser muito bem feito.
Adoro praticar esportes e tentar fazer as pessoas fazerem o mesmo. Gosto muito de ajudar as pessoas, embora algumas vezes eu acabe atrapalhando, mas nunca de má intensão.
Enfim, acho que me encaixo na vaga porque gostando ou não eu trabalho e me entrego ao máximo. Onde assino?
Seria eu contratado? Acredito que não. A sociedade acho isso bonito, mas não empregaria uma pessoa só pela sua filosofia de vida. Ser bom é bonito, mas ser mas não é o bastante pra sobreviver em meio a sociedade.
Infelizmente, é preciso ter algo para provar que se é algo!
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